Finfluencers e o CONAR: O limite entre educar e prometer rentabilidade

O marketing de influência no setor financeiro está sob a lupa de órgãos reguladores como a CVM e o CONAR. Campanhas agressivas podem gerar mais problemas legais do que leads.

O que pode e o que não pode

A linha entre educação financeira e recomendação de investimento é tênue. Ao contratar um influenciador, a responsabilidade solidária é da sua fintech.

  • Obrigatório: Disclaimers claros sobre riscos e natureza publicitária.
  • Proibido: Promessas de ganho garantido e omissão de taxas.

O growth sustentável exige uma curadoria rigorosa de quem fala em nome da sua marca. Volume de views não justifica risco de imagem.

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